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Cover de Toxity do System Of A Down por violinos
quarta-feira, 23 de setembro de 2009Coisas boas para se ouvir – Gerson King Combo
terça-feira, 15 de setembro de 2009Ontem estava na minha leitura rápida do twitter, quando o @jaymeayres me escreveu isto:
Escutando Gerson King Combo, puta disco de soul/funk roots dos anos 70. James Brown brasileiro brother!

Eu no alto da minha ecleticidade musical pensei que poderia ser algo realmente bom para se escutar, não temos tantos representantes Souls no Brasil (se comparado na raiz do movimento, nos Estados Unidos) . Começando as minhas procuras sobre o artista (vamos ler antes de ouvir o som né), @jaymeayres envia o link de um cd solo do Gerson King Combo via twitter.
Não pensei duas vezes, fui lá e baixei o disco do Gerson King Combo. Ao terminar descompactei-o no meu acervo musical, é um senhor acervo: mais de 17 mil músicas (RIAA, prendaelll). Porém somente no dia seguinte tive oportunidade de ouvir no trabalho o Gerson King. Posso dizer uma coisa:
Soul Puro, Brother!
Coisas boas para se ouvir – Os Mutantes
segunda-feira, 14 de setembro de 2009Não estou falando da trilha sonora daquela novela piada da Rede Record não. Estou falando daquela banda de Rock Psicodélico de 1966: Os Mutantes.

Um trecho sobre eles na Wikipédia:
Os Mutantes é uma banda brasileira de rock psicodélico formada no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Também participaram do grupo Liminha (baixista) e Dinho Leme (bateria).
A banda é considerada um dos principais grupos do rock brasileiro. Além do inovador uso de feedback, distorção e truques de estúdio de todos os tipos, os Mutantes foram os pioneiros na mescla do rock and roll com elementos musicais e temáticos brasileiros. Outra característica do grupo era a irrevêrencia. Se antes dos Mutantes, o gênero no Brasil era basicamente imitativo, a partir do pioneirismo de Arnaldo, Sérgio e Rita, abriu-se o caminho do hibridismo.
Coisas boas para se ouvir – Karine Alexandrino
domingo, 16 de março de 2008Não me perguntem como descobri ela, nem eu sei direito, são coisas que só Last.fm faz por você. Perco horas lá fuçando, procurando novas coisas para ouvir.
Vendo a respeito, descobri que ela tem uma página no TramaVirtual (uma espécie de site para divulgação de bandas independentes) , baixei todas as músicas, editei as Tags ID3 das músicas e botei para escutar, resultado: adorei o estilo das músicas! O ceticismo e o sacarmo das letras, os nomes das letras são BEM interessantes (Tenho Febre Mas Vou Buscar Nosso Dinheiro).
Veja uma das letras da cantora:
Ouço o que você me diz
Sei o que você vai fazer
Da sua vida curta
Quase roubaram o meu cartão
Mas há como procurar
Um lugar onde haverá
Pouca coisa pra lembrar
Afora no tempo
Doutorzinho vai gostar de mim
Esta músca se chama Amor e Glória é só Boato, eu achei puramente cético a letra, ela achou necessário dizer ao mundo como são, a frieza de um relacionamento, o realmismo da coisa. A complexidade de um simples ato. Nada de clichês sacarcástico que vemos hoje em dia no mundo musical (aka Rock Romântico).
É interessante as pitadas das letras/poesisas dela, tipo algo bem cult/alternativo, tipo aquelas mulheres tri-independentes, que se auto-afirman a cada momento.

capa mais alternativa!
Veja a descrição da artista no TramaVirtual:
Karine Alexandrino
Diva-antidiva neotropicalista, gosta de experimentar.
Seus discos são temáticos, numa overdose de influências cinematográficas, bem ao gosto de sua infantilizada e diabolicamente irônica personagem Producta, saída das páginas de quadrinhos cheia de vivências em que não há limites para o “clamor do sexo” e a mais delicada ironia juvenil.Punk por natureza,maldita de literatura, ótima frasista, ótimo humor sem piedade.
Atualmente ela tem dois albuns lançados, soube que teria um terceiro, chamado Mulher Tombada (os outros dois se chamam Solteira Producta e Querem Acabar Comigo, Roberto)
Fica ai a dica, quem quiser saber mais, visitem o blog sobre ela, o fotolog e o MySpace.
E ainda o povo do trampo fica me perguntando por que escuto este tipo de coisa, é simples: tem conteúdo! (tá tá, tá certo que ela força nesse clichê de alternatividade, mas me agrada as letras)
