Toda aplicação que entramos ou desenvolvemeos, provavelmente temos um repositório de dados que é defendido até a morta, pois para visão do desenvolvedor ou até mesmo do usuário o conteúdo que é importante, não importa como. Bill Gates escreveu um artigo em 1996 no qual ele cita que o conteúdo é o rei da aplicação, porém diferencia os tipos de conteúdo.
Quem faz seu produto ser um sucesso ou não não é o conteúdo dele, e sim a experiência que ele proprõe ao usuário que está lá mechendo, o gráfico abaixo representa a visão da aplicação (de um ponto de vista técnico):

Pontos de vista sobre a aplicação
Podemos ver que o lado do usuário, eles só vêem a “magiquinha” acontecendo, então você tem que fazer que essa experiência seja a mais agradável possível.
Pena o que acontece que priorizamos somente os dados, mas na verdade deveria ser oposto.
Calma lá! Quer dizer que não posso priorizar o conteúdo, mas se for assim vai virar uma baderna!?
Não não… apenas digo que você deve priorizar a experiência para o usuário, não vomitar o conteúdo na tela, você faz sua camada de persistência da forma mais perfeita do mundo, mas terá que priorizar mais a inferface que será mostrada ao usuário, sua camada lógica e dae sim a camada de dados. Priorize a experiência e não dos dados.
Peter Merholz fez uma excelente apresentação, deixando claro que o que é produto é a experiência. Adaptive Path meu filho, outros quinhentos.
Felipe Memória no seu livro Design para Internet (estou terminando de ler atualmente, outro dia comentarei ele aqui) tem um capítulo entitulado: “Pensando além da boa usabilidade: conteúdo e experiência fluída“. Nele tem uma citação simples para tentar de convencer:
Conteúdo é rei? Ok, então defina conteúdo
Temos que nos convencer que se não fossem os usuários afinal, a Internet não é o fenomeno de hoje. Com o advento da “Web 2.0″, ele passou ser o foco central de todo o processo, querendo uma experiência mais fluída e com isto querendo ainda mais compartilhar, criar, usar e expandir o conteúdo. Sendo assim, ele é o foco, somos seres sociais, escrevo aqui para compartilhar com as pessoas. Aplicações que pensam nestes quesitos se deram muito bem, exemplos: wikipédia, flickr, Twitter (¬¬), Orkut, delicious, etc.
Vamos nos voltar para o social e não para o singular do conteúdo.
Inspirado pelo artigo no webmonkey: Make Data Not Look Like Data
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Tags: artigo, conteúdo, experiência, social
